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Thomas Diaz

Departamento de Biologia de Organismos e Sistemas, Universidade de Oviedo
Jardim Botânico Atlântico de Gijón

 

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Thomas Diaz é Professor Catedrático de Botânica na Universidade de Oviedo, tendo previamente assumido o mesmo cargo nas Universidades de Málaga, León e Santiago de Compostela. Foi Director da Faculdade de Biologia da Universidade de Oviedo, do Departamento de Biologia de Organismos e Sistemas da Universidade, da Faculdade de Biologia da Universidade de Leon e da Faculdade de Biologia Universidade de Oviedo.

Os seus interesses de investigação centram-se principalmente no estudo da vegetação (fitossociologia), ─ foi Presidente, por mais de uma década, da Associação Espanhola de Fitossociologia, Vice-Presidente da Federação Internacional de Phytosociologie sendo, actualmente, secretário da Sociedade Espanhola de Geobotânica ─ biogeografia e bioclimatología.

Investigador principal de numerosos projetos de pesquisa entre os quais o "Desenvolvimento de modelos funcionais dinâmicos dos sistemas naturais e seminaturais da rede de parques nacionais para a monitorização da sua conservação", "Projecto LIFE-TREMEDAL para a conservação e restauração de ambientes aquáticos e turfeiras", "Projecto LIFE-ARCOS para a conservação e restauração dos sistemas de dunas do Mar Cantábrico" e "Projecto Europeu SOSPRADERAS Interreg-Sudoe" para promover a gestão sustentável os prados mesófilos no território do sudoeste. Investigador Principal do "Plano de acção contra a erva-das-pampas nas Astúrias", financiado pelo Governo do Principado das Astúrias e em vigor até 2022.

Membro de numerosos conselhos editoriais de revistas científicas relacionadas com a botânica, publicou mais de 300 artigos científicos em várias revistas da área. Representante da Universidade de Oviedo nos Concelhos de Administração de todos os parques naturais de Astúrias e da Reserva Integral de Muniellos, no Concelho da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Oviedo e no "Plano Florestal das Astúrias". Coordenador do "Grupo da Biodiversidade" do "Painel de peritos em evidências e potenciais efeitos das mudanças climáticas nas Astúrias (CLIMAS)" do Governo do Principado das Astúrias.

É desde há oito anos Director Científico do Jardim Botânico Atlântico de Gijón, posição que assume até hoje.

 

 

Angel Penas

Departamento de Biodiversidade e Gestão Ambiental, Universidade de León

 

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Ángel Penas Merino, Professor Catedrático da Universidade de León, é especialista em conservação biológica e avaliação ambiental. Responsável por disciplinas várias nas Faculdades de Veterinária e Ciências Biológicas e Ambientais, Escolas de Formação de Professores e de Engenharia Superior Técnica e Agrária foi ainda orientador de 15 teses doutorais.

Tem coordenado mais de 30 projectos de investigação e contratos de investigação com empresas e conta com mais de 300 publicações científicas e técnico-científicas. Para além desta sua função de docente e de promotor de investigação teve também várias responsabilidades de gestão académica, nomeadamente a de Magnífico Reitor durante 8 anos consecutivos, de 2000 a 2008.

 

 

Elizabete Marchante

CFE - Centro de Ecologia Funcional, Universidade de Coimbra

 

Elizabete Marchante 

 

Doutorada em Biologia, especialidade em Ecologia, pela Universidade de Coimbra, em colaboração com a Universidade de Copenhaga, na Dinamarca. Foi Professora Auxiliar Convidada no Departamento de Ciências da Vida, da Universidade Coimbra durante 5 anos. Desde 2008 é investigadora no Centro de Ecologia Funcional da mesma Universidade, com diferentes bolsas.

Participou em mais de 20 projectos de investigação com plantas invasoras, onde colaborou com cientistas nacionais e estrangeiros. É (co) autora de dezenas de artigos, capítulos de livros/livros e outras publicações diversas. Apresentou o seu trabalho em dezenas de Encontros científicos, sendo convidada como oradora para palestras e para acompanhar projectos de controlo de plantas invasoras um pouco por todo o país.

Actualmente os seus interesses centram-se na investigação relacionada com redes ecológicas e controlo biológico de plantas invasoras, na sensibilização ambiental e comunicação de ciência sobre plantas invasoras e na gestão de plantas invasoras e conservação da natureza. Colabora desde 2003 na página invasoras.pt, que inclui uma plataforma de ciência-cidadã para mapeamento de plantas invasoras, e na edição de materiais de divulgação sobre o tema.

 

 

Hélia Marchante

CFE - Centro de Ecologia Funcional, Universidade de Coimbra
Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra

 

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Hélia Marchante é bióloga focando a sua investigação na área das plantas invasoras. Fez doutoramento em Biologia/Ecologia pela Universidade de Coimbra, em colaboração com a Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul). É docente na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra tendo como áreas principais de ensino a Botânica, a Dendrologia e a Gestão de Espécies Invasoras.

É também investigadora no Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra onde participa em vários projetos sobre plantas invasoras, incluindo temas como avaliação de impactes, gestão de áreas invadidas e controlo natural, entre outros. Publica regularmente sobre a sua temática de investigação e está envolvida em actividades diversificadas de consultoria, comunicação de ciência, sensibilização ambiental e projectos de ciência cidadã - sempre focados nas plantas invasoras.

 

 

Manuela Morais

Departamento de Biologia, Universidade de Évora
Laboratório da Água, Universidade de Évora
Centro de Geofísica de Évora (ICT)
Secretária-Geral do Concelho da Região Hidrográfica do Alentejo, I.P.

 

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Doutorada em Biologia com especialidade em Limnologia pela Universidade de Évora. É professora auxiliar no Departamento de Biologia da Universidade de Évora e desde 1997 directora do Laboratório da Água da mesma instituição, onde desenvolve trabalho científico em ecologia de ecossistemas aquáticos, nomeadamente: Estrutura e funcionamento de rios temporários; ecologia de macroinvertebrados bentónicos, perifiton e fitoplâncton; conservação e reabilitação de sistemas aquáticos, definição de medidas mitigadoras”. É orientadora de vários doutoramentos e membro integrado do Centro de Geofísica de Évora (ICT). Tem participado em diversos projetos científicos, nacionais e internacionais, integrando presentemente um projeto COST sobre ciência e gestão de rios temporários “SMIRES - Sciences and management of Intermittent Rivers and Ephemeral Streams”

É autora de diversos trabalhos publicadas em livros e revistas internacionais com arbitragem científica e a convite proferiu comunicações científicas em Portugal, na Europa e no Brasil. É coordenadora nacional da “Rede de Estudos Ambientais de Países de Língua Portuguesa (REALP)” e no âmbito desta rede é coordenadora científica do doutoramento em Gestão e Políticas Ambientais, na Universidade de Cabo Verde. De 2009 até ao presente integra o Concelho de Região Hidrográfica do Alentejo, I.P., por reconhecimento de “mérito, prestígio académico ou profissional e trabalho de relevo desenvolvido na área dos recursos hídricos”, onde assume a função de Secretária Geral.

 

 

Hugo Rebelo

Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO-InBio), Universidade do Porto
 

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Hugo Rebelo concluiu a licenciatura em Biologia na Universidade de Lisboa e o Doutoramento na Universidade de Bristol (Inglaterra). Trabalhou durante quatro anos no Instituto da Conservação da Natureza, sendo actualmente investigador auxiliar no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos. Trabalha com morcegos desde 1998, tendo feito trabalhos em mais de 11 países, nomeadamente em África, Ásia e Europa.

Os morcegos constituem um dos grupos mais diversos de mamíferos e uma história de sucesso em termos evolutivos. Utilizando os morcegos, a sua investigação cobre vários domínios temáticos, envolvendo análises genéticas, análise da distribuição de espécies, impacto das alterações climáticas e bioacústica. Através desta abordagem multi-disciplinar tem sido possível articular ciência com resultados explicitamente relevantes para a conservação deste grupo faunístico. Publicou cerca de quatro dezenas de artigos científicos e capítulos de livros, tendo também participado em diversos projectos de conservação e gestão das populações de morcegos, pelos quais já foi galardoado com alguns prémios (Bat Conservation International award for Research Excellence, National Geographic Explorer grant e BP Conservation Award).