Nos Media

Investigadores de cetáceos, aves e líquenes ganham Prémio de Ecologia

Paula Matos, Luis Silva e Marc Fernandez foram os galardoados com o Prémio de Doutoramento em Ecologia 2018 – Fundação Amadeu Dias, organizado pela SPECO – Sociedade Portuguesa de Ecologia, foi revelado na semana passada.

No seu segundo ano, estes prémios pretendem “valorizar o trabalho desenvolvido por recém-doutorados ao longo do seu programa doutoral” na área da Ecologia, explicam os organizadores.

Testemunhos vegetais da deriva continental, crónica por Jorge Paiva

O Planeta Terrestre, a “gaiola” que habitamos, tem cerca de 4600 milhões de anos (Ma). É um planeta pleno de reações exo e endoenergéticas, recebendo também muita energia de estrelas do Universo
(ex.: Sol). A vida, uma forma de energia auto-replicável (ADN), surge quase 2000 Ma depois da formação do Globo Terrestre.

SIBECOL: a entrevista da Wilder a Maria Amélia Martins-Loução

"Ajudar a travar o contrabando de meixão, mapear plantas exóticas invasoras e estudar morcegos para recuperar paisagens fragmentadas são exemplos de como os ecólogos em Portugal estão a ajudar a sociedade. Para reforçar o seu papel, mais de 50 cientistas portugueses e espanhóis fundaram a 2 de Julho a Sociedade Ibérica de Ecologia (SIBECOL). Maria Amélia Martins-Loução, presidente da Sociedade Portuguesa de Ecologia (SPECO), explicou à Wilder o por quê e o que se vai fazer.

 

WILDER: O que pode a sociedade em geral esperar da SIBECOL?

Maria Amélia Martins-Loução: a criação desta nova sociedade vai permitir impulsionar actividades conjuntas que possam melhorar a gestão da natureza sem fronteiras e mitigar o impacto negativo da exploração desregrada dos ecossistemas e recursos. Vai ainda desenvolver iniciativas de ligação directa com a administração local e regional para levar informação e apoio científicos na tomada de decisões ligadas ao Ambiente."

Um novo olhar sobre o planeta

O artigo de opinião de Maria Amélia Martins-Loução - Presidente da SPECO - no jornal Público, que assinala o dia 22 de Abril, dia da Terra.

O consumo ávido e egoísta origina problemas ambientais e desequilíbrios sociais, como aqui se exemplifica.

Primavera silenciosa

Primavera silenciosa

Estaremos nós a caminhar para uma Primavera silenciosa depois destas tempestades invernosas dos últimos dias?

"A Primavera Silenciosa é uma obra clássica de 1962, onde a bióloga americana Rachel Carson alertou para o efeito nefasto do insecticida DDT e de outros pesticidas no ambiente, em geral, e na saúde humana, em particular. As suas obras, e em particular este emblemático livro, despertaram uma consciência ambiental global e a base do movimento que levou à regulamentação, fiscalização e utilização dos pesticidas. Trinta anos mais tarde, John Richard Krebs, biólogo inglês, lançou, na revista científica Nature, outro alerta para o que intitulou a segunda Primavera silenciosa. Neste caso, referia-se sobretudo à perda de diversidade biológica, particularmente da paisagem inglesa, em resultado da intensificação e extensificação da agricultura com monoculturas. E em Portugal? Trinta anos após este último grito inglês de alerta, estaremos nós a caminhar para uma Primavera silenciosa depois destas tempestades invernosas dos últimos dias? Os alertas são frequentes e constantes, tanto nos jornais como nas redes sociais. Mas o autismo mantém-se: a sociedade urbana, apesar de estar sensível, considera que o problema não é seu; a sociedade rural transmite estes mesmos alertas, faz o que pode, mas o seu sustento fala mais alto; os governantes alicerçam-se em números, índices de economia e de satisfação do povo, e no cumprimento de regras, nacionais e europeias. As paisagens portuguesas estão feridas. Feridas com diferente gravidade, mas que urge sarar e tratar profundamente."


Leia o artigo completo no Público: 
https://www.publico.pt/2018/03/14/ecosfera/opiniao/primavera-silenciosa-1806337

Para lá da tragédia... uma oportunidade perdida?

Para lá da tragédia... uma oportunidade perdida?

A recuperação de toda a área ardida é um assunto sério que não pode ser tomado de forma avulsa.

Muito se falou sobre a desgraça que se abateu em Portugal nos últimos cinco meses. Será pouco o que se vai ou tenciona fazer para devolver um pouco de dignidade a quem não dependia de ninguém a não ser da sua casa, pedaço de terreno e trabalho braçal. 

 

Leia o artigo completo Público