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Iniciativas

Depressa e bem não há quem

Muito se tem falado sobre a catástrofe que abalou Portugal, não só entre portas mas a nível internacional. Aos governantes caberá apurar responsabilidades, aos cidadãos o luto e movimentos de solidariedade e aos media fornecer informações correctas e claras. Os cientistas já tinham alertado, escrito, informado, sobre as consequências da falta de estratégias, de ordenamento de território, de investimento público das zonas florestais. Apressa-se agora o Governo a decretar rapidamente leis que já há muito deviam ter sido redigidas e discutidas e que, apesar de todas as consultas públicas, pareceres e debates, têm inúmeras falhas porque têm muito pouca estratégia e preocupação futura. Bem diz o povo “depressa e bem não há quem”!

 

Leia o artigo completo: https://www.publico.pt/2017/06/28/sociedade/noticia/depressa-e-bem-nao-ha-quem-1776903

Participação no processo legislativo da reforma florestal

A SPECO  deu mais um passo no seu contributo para o pacote legislativo sobre a reforma do sector floresta. No seguimento do envio das conclusões resultantes do debate "Conservação e Gestão da Floresta: Duas faces da mesma moeda", promovido pela Sociedade Portuguesa de Ecologia à Comissão de Agricultura e de Mar da Assembleia da República, a SPECO foi convidada a pronunciar-se sobre as propostas de lei apresentadas pelos diversos partidos políticos.

O documento resultante da análise da legislação em aprovação pode ser consultado aqui.

 

 

Prémio de Doutoramento em Ecologia Fundação Amadeu Dias

A SPECO lança, pela primeira vez, um prémio para recém doutorados como forma de valorizar o trabalho desenvolvido ao longo do seu programa doutoral. Este prémio só é possível devido à generosidade de uma Fundação privada, a Fundação Amadeu Dias, desperta para os desafios do interesse público que, numa feliz convergência de função social e de lucidez, foi possível encaminhar para satisfazer um sonho de há muito da SPECO.


Esta é, pois, uma maneira de valorizar o trabalho dos nosso jovens doutores, através de um programa posto a concurso, que será escrutinado por um júri idóneo que, com criteriosa seriedade avaliará as propostas submetidas. Os jovens doutorados terão de ser sócios da SPECO e terão à sua disposição um regulamento exigente, mas transparente, que pretende funcionar como incentivo à investigação ecológica. Serão atribuídos três prémios, dois monetários, no valor de 2500€ e 1000€, respectivamente para o primeiro e segundo prémio, e uma menção honrosa para o terceiro prémio.


Este prémio é o resultado de um fundo de recursos adicionais, colocado à disposição de quem do mérito der provas, para que possa valorizar o esforço desenvolvido durante o seu trabalho de doutoramento. Representa, acima de tudo, um exemplo de parceria empenhada num exercício consistente de desenvolvimento científico e social, graças ao atento patrocínio da Fundação Amadeu Dias. É um passo tentativo, sim, mas é um passo que temos de agradecer, robustecer e mobilizar esforços, para que esta iniciativa se firme e afirme, cresça e frutifique.

 

As candidaturas estão abertas de 8 de Julho a 8 de Setembro

Debate sobre a Reforma das Forestas no YouTube

O debate público "Conservação e Gestão da Floresta: Duas faces da mesma moeda", realizado em parceria com a Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais, no passado dia 22 de Maio de 2017,na Escola Superior Agrária de Coimbra, já está disponível na íntegra no canal YouTube da SPECO.

 

 

 

Para que queremos o Ambiente?

Hoje é o Dia Mundial do Ambiente. Desde há muito se fala de ambiente, mas qual o seu significado para a grande maioria das pessoas? Ambiente, do latim ambiens (que anda em volta de), é entendido como o conjunto de coisas que nos cercam. Para os biólogos, é tudo o que rodeia e afecta a resposta dos organismos vivos, sejam factores físicos — luz, água, temperatura, solo — sejam outros organismos que coabitam no mesmo espaço e que com eles interajam.

A sociedade interpreta o ambiente de forma egocêntrica, como tudo o que afecta o homem, seja no aspecto físico, luz, calor, frio, seja no conforto, bem-estar e meio social. Isto torna o ambiente como uma externalidade, que pode ser rapidamente perceptível e afectiva, se tiver uma consequência directa na vida do cidadão. Ou ser antes um tema impessoal, com uma noção de risco longínqua, que não afecta o imediato da vida de cada um e é ignorado.

 

Leia o artigo completo: https://www.publico.pt/2017/06/05/sociedade/noticia/para-que-queremos-o-ambiente-1774388