Iniciativas

A SPECO traz o 15º Congresso da Federação Europeia de Ecologia até Lisboa, no verão de 2019

Welcome!

The 15th European Ecological Federation (EEF) congress that will take place in Lisbon, Portugal, at the Faculdade de Ciências of the University of Lisbon (Campo Grande), from the 29th of July to the 2nd of August 2019.

The overarching theme of this conference, Embedding Ecology in Sustainable Development Goals, is intended to promote discussions and interactions on how to integrate basic and applied ecological research, and their trans-disciplinarily impacts, for the effective implementation of the United Nations’ 2030 Sustainable Development Goals. Researchers and various stakeholders will have the opportunity to share outputs and innovative solutions in discussion forums, roundtables, and workshops.

1º Encontro da Sociedade Ibérica de Ecologia

 

"Ecology: an integrative science in the Anthropocene"

 

É com muito gosto que apresentamos o 1º Encontro da Sociedade Ibérica de Ecologia! A conferência irá lançar a SIBECOL (Sociedade Ibérica de Ecologia) como uma nova sociedade científica que junta os ecólogos ibéricos numa visão ampla e integradora das suas diferentes áreas. A iniciativa rsulta da colaboração da SPECO, da AEET (Sociedade Espanhola de Ecologia Terrestre), da AIL (Associação Ibérica de Limnologia e da SEEEE (Sociedade Espanhola de Etologia e Ecologia Evolutiva), assim como de um grupo de ecólogos marinhos de ambos os países. O encontro coincide com a comemoração do centenário do nascimento do Professor Ramón Margalef.

Prémio de Doutoramento em Ecologia? “A candidatura é simples e, além de não terem nada a perder, poderão ter muito a ganhar!”: a entrevista a Alice Nunes

A SPECO entrevistou Alice Nunes - vencedora do segundo prémio na primeira edição do Prémio de Doutoramento em Ecologia - para saber o que há a dizer aos jovens ecólogos portugueses que estão a pensar candidatar-se em 2018. 

 

SPECOO que a levou a concorrer ao prémio?

AN: Tomei conhecimento do concurso e fui também incentivada pelos meus orientadores. Como reunia as condições de eligibilidade e o processo de candidatura era relativamente simples, decidi concorrer. O facto de ser um prémio atribuído pela Sociedade Portuguesa de Ecologia foi uma motivação extra, pelo prestígio que representa uma distinção na área de Ecologia a nível nacional.

Filipa Filipe, o Eco da SPECO que pretende ligar a Ecologia à Engenharia Florestal

Filipa Filipe, novo Eco da SPECO, é Presidente da APEF - Associação Portuguesa de Engenharia Florestal e aluna do mestrado em Engenharia, Gestão Florestal e dos Recursos Naturais, no Instituto Superior de Agronomia. A sua formação base e a associação a esta iniciativa demonstra a multidisciplinaridade da Ecologia e coloca-a com ciência agregadora de vários campos do saber.

"Espero levar a Ecologia mais longe ao trazê-la para perto das pessoas que me rodeiam", o que levou Rúben Oliveira a ser em Eco da SPECO

A SPECO falou com Rúben Oliveira, novo Eco da SPECO, para saber o que o motivou-se a candidatar-se a esta iniciativa.

Depois da sua formação em Biologia, enveredou pela área da comunicação de ciência e organização de eventos que visem a educação não-formal de públicos especializados e não especializados em ciência. Desempenha estas funções na SPECO, no cE3c - Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Climáticas e no festival Pint of Science Portugal.

Está a pensar candidatar-se ao Prémio de Doutoramento em Ecologia? “Não pensem duas vezes.”: a entrevista a Ricardo Rocha

 

 

A SPECO entrevistou Ricardo Rocha - vencedor do primeiro prémio na primeira edição do Prémio de Doutoramento em Ecologia - para saber o que há a dizer aos jovens ecólogos portugueses que estão a pensar candidatar-se em 2018. Na fotografia, Ricardo Rocha com morcego da espécie Phyllostumus hastatus (autoria de Oriol Massana).

 

SPECO: O que o levou a concorrer ao prémio?

RC: Foram muitas as razões que me levaram a concorrer ao prémio Amadeu Dias. As principais talvez tenham sido o desejo de ver o trabalho reconhecido e a possibilidade de poder partilhar esta distinção com os meus orientadores e colegas de projeto. Mas, além disto, achei que o prémio era importante por uma outra razão: foram muito poucos os cientistas portugueses negros com quem me cruzei enquanto estudava. Vi este prémio como uma oportunidade para mostrar que a ciência em Portugal pode ser mais diversa. Muito se fala na importância da diversidade de género, e no quão importante é ter cientistas do sexo feminino que sirvam de inspiração a jovens investigadoras. A meu ver, o mesmo se aplica às comunidades afro-europeias, onde eu me insiro, e aos outros grupos menos representados na nossa sociedade. O prémio pareceu-me uma excelente oportunidade de servir de inspiração a outros que se autoidentificam como pertencentes a grupos étnicos e raciais pouco representadas na comunidade científica portuguesa.

 

SPECO: Qual foi o impacto que o prémio teve para a sua carreira científica?

RC: O prémio foi atribuído há apenas um ano, pelo que imagino que eventuais consequências do mesmo sejam sentidas mais a jusante. No entanto, no imediato usei o dinheiro do prémio para participar no congresso anual da Association for Tropical Biology and Conservation, que irá decorrer em Julho na ilha do Bornéu. Aí irei apresentar o meu trabalho de doutoramento e, juntamente com o meu colega Adrià Lopez-Baucells, irei organizar um simpósio sobre ecologia e conservação de morcegos tropicais.

 

SPECO: O que recomendaria a todos os que possam estar na dúvida de concorrerem?

RC: Que não pensem duas vezes. Estes prémios são super importantes para a carreira de jovens investigadores. Agora estou a trabalhar no Reino Unido onde existem vários prémios para estudantes de doutoramento. Infelizmente em Portugal as oportunidades são mais escassas, o que nos deixa numa posição de desvantagem quando estamos a competir por posições e bolsas no contexto internacional. Tanto pelo prémio monetário como pelo prestígio, o prémio Amadeu Dias é uma enorme mais valia para o CV de qualquer jovem cientista e, como tal, aconselho que todos aqueles que se considerem elegíveis se candidatem. Com isso valorizam não só o seu trabalho, mas também a ciência feita em Portugal.