Vice-Presidente da SPECO, Cristina Máguas em Moçambique

Moçambique graduou os primeiros mestres em Biologia da Conservação

CIRCULARES - Quando a ciência cruza oceanos

500 anos depois de Magalhães, a ciência portuguesa dá novamente a volta ao mundo a bordo do Navio Escola Sagres

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Ex-Presidente da SPECO em destaque na SIC

Ex-Presidente da SPECO em destaque na SIC

 

Ex-Presidente da Sociedade Portuguesa de Ecologia em destaque na SIC Notícias para conversa acerca do Encontro Nacional sobre Investigação em Alterações Climáticas

 

Margarida Santos-Reis, ex-Presidente da SPECO, e actual Vice-directora da Faculdade de Ciências, esteve presente na Edição da Manhã da SIC Notícias para dar a conhecer o Encontro Nacional sobre Investigação em Alterações Climáticas que teve lugar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa de 17 a 18 de Fevereiro. O objectivo deste Encontro foi colocar em diálogo os investigadores e a sociedade, desde os actores económicos aos decisores políticos, sobre um tema tão actual como o das alterações climáticas. Este Encontro procurou mostrar um pouco da investigação de excelência que é realizada no nosso país sobre esta temática. O conhecimento científico, abordado de forma interdisciplinar, procurou realçar como as alterações climáticas nos afectam e o que podemos fazer para mudar o paradigma do impacto humano nos ecossistemas, na ecologia e no nosso planeta.

Sustentabilidade ambiental: promessas para a nova década

Sustentabilidade ambiental: promessas para a nova década - a opinião de Maria Amélia Martins-Loução, Presidente da SPECO

 

As promessas não podem ser vãs e desgarradas, mas sim interligadas e coerentes, porque a crise climática e a perda de diversidade já chegaram de forma mais rápida que o previsto.

A última década e, em especial, o último ano ficaram marcados pelo aumento generalizado de uma preocupação ambiental em resposta à acentuada alteração climática. No âmbito desta preocupação e com o intuito de aumentar a capacidade de adaptação da sociedade às alterações climáticas, a actual presidente da Comissão Europeia lançou o pacto ecológico como forma de liderança política a nível global. A sua aplicação pressupõe uma pressão sobre todos os Estados membros para seguir uma política de neutralidade carbónica e de salvaguarda do património natural. Estas são notícias esperançosas e positivas que obrigam os cidadãos e os ecólogos, em particular, a ser mais responsáveis e atentos para com as políticas e as acções que podem desvirtuar este desígnio europeu. No que toca à neutralidade carbónica, Portugal tem procurado ser exemplo ao atingir valores recorde de produção de energias renováveis. Quanto à salvaguarda do seu património natural, e apesar do programa do governo mencionar este desiderato, é muito mais autista e menos assertivo.

SPECO convidada a pronunciar-se sobre denúncia de fraude em estudo de impacte ambiental nas dunas de Tróia

A SPECO, através da sua Presidente, contribuiu para clarificar os telespectadores, do ponto de vista científico, sobre o crime ambiental que se está a incorrer nas dunas de Tróia.

A TVI, através da jornalista Cláudia Rosenbusch e no âmbito do programa de investigação coordenado pela jornalista Ana Leal, convidou Maria Amélia Martins-Loução, Presidente da SPECO e investigadora do cE3c da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para testemunhar e clarificar a opinião pública sobre a denúncia de um estudo de impacte ambiental realizado na Península de Tróia.

As duas faces das actuais políticas ambientais

Do lítio ao novo aeroporto, é o desenvolvimento económico a ultrapassar as mais elementares regras europeias de salvaguarda do território, património cultural e natural de todos nós.

 

Do lítio ao novo aeroporto, é o desenvolvimento económico a ultrapassar as mais elementares regras europeias de salvaguarda do território, património cultural e natural de todos nós. A opinião de Maria Amélia Martins-Loução, Presidente da Sociedade Portuguesa de Ecologia.

As evidências são inequívocas: as alterações climáticas vieram para ficar e a perda de biodiversidade, essencial para as gerações presentes e futuras, tem vindo a ser destruída pela ganância e desinteresse das estratégias, ditas de desenvolvimento, como não há precedentes. Apesar das políticas em prol do ambiente estarem inscritas no Programa do Governo, as incongruências, desvios, omissões, acabam por desvirtuar os compromissos assumidos pelo Acordo de Paris e pela Convenção de Bona, sobre a conservação de espécies migradoras, e pela ratificação da Convenção para a Diversidade Biológica. São assumidas e justificadas pela necessidade cega do desenvolvimento económico, como duas faces da mesma política.

A missão e comunicação da Galeria da Biodiversidade, com Maria João Fonseca

Galeria da Biodiversidade, Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto

Licenciada em Biologia Animal Aplicada e Ensino da Biologia e com um Doutoramento em Ensino e Divulgação das Ciências, Maria João Fonseca (MJF) é actualmente Directora de Comunicação do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP).  Tem uma vasta experiência no design, implementação e avaliação de actividades educativas em ambientes de aprendizagem formais e não formais, bem como em comunicação institucional. Entre os seus interesses encontram-se temas como a cultura científica, o cruzamento entre a arte e Ciência na Promoção da mesma, educação em ciência em ambientes informais, sobretudo museus e centros de ciência, metodologias de aprendizagem activa e avaliação do impacto de experiências educativas.

Depois de vários momentos de colaboração entre a SPECO e a Galeria da Biodiversidade, estivemos à conversa com Maria João Fonseca para sabermos um pouco mais acerca do seu papel e da missão que tem a seu cargo no museu.

Uma “maioria microbiana invisível”

Cristina Cruz e Maria Amélia Martins-Loução, as promotoras do Dia Internacional do Microrganismo

A celebração de dias especiais ao longo do ano tem como objectivo, entre outros, relembrar feitos históricos, chamar a atenção para questões de saúde ou consciencializar para problemas ambientais. Poderá, assim parecer estranha a ideia de celebrar os microrganismos quando, mentalmente, as pessoas associam micróbios a doenças. Puro engano. Apenas uma infinitésima parte de todos os microrganismos presentes no planeta são prejudiciais à saúde. Nem nos apercebemos quão dependentes estamos desses pequenos seres invisíveis para o nosso bem-estar. Eles são fundamentais na alimentação, na saúde, na reabilitação ambiental, na produção de energia e numa área prioritária para a Europa, a bioeconomia. Sendo organismos dum mundo invisível o medo instala-se por ausência de conhecimento e identificação. Urge desmistificar este grupo de organismos e mostrar o que são e o que nos ajudam a fazer.