"Porquê continuar a falar em biodiversidade"
- SPECO
- 22 de mai.
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"Num mundo em que tudo se mede pelo PIB dum país, quanto custa a perda da biodiversidade? A resposta curta é: depende do serviço da natureza que está a ser perdido."
No âmbito do dia Internacional da Biodiversidade, a Presidente da SPECO, Maria Amélia Martins-Loução, escreveu o seguinte artigo de opinião para o Azul, do Jornal Público.
"Actualmente, não se pode dizer que haja um déficit de informação sobre biodiversidade: há imediatismo nas notícias sobre a descoberta de novas espécies, ou nos desastres ambientais colocando em perigo as espécies. Há inúmeras ferramentas digitais que vai aumentando a curiosidade dos mais novos, mais versáteis utilizadores, o que promove o conhecimento das diferentes espécies ao nosso redor.
Sem biodiversidade, os ecossistemas ficam mais frágeis e a nossa sociedade fica mais exposta a perdas económicas, a falta de recursos e problemas de saúde. A biodiversidade é essencial porque mantém o equilíbrio dos ecossistemas e permite que a natureza funcione de forma estável. Graças a ela, temos água limpa, solos férteis, polinização das plantas e regulação do clima. Também é importante para a economia, a agricultura e a saúde humana, porque muitos alimentos e medicamentos dependem dos seres vivos. Quando a biodiversidade diminui, os ecossistemas ficam mais frágeis e aumentam os riscos ambientais e económicos. Por isso, proteger a biodiversidade é proteger a vida e o futuro das pessoas."
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Saudações ecológicas.

